Autor: António Cabral
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Os nossos governos
[vc_row][vc_column][vc_single_image image=”79500″ img_size=”large” add_caption=”yes” alignment=”center”][vc_empty_space][vc_column_text]Numa coisa os nossos governos têm sido escrupulosamente cristãos: mantêm a agricultura pobre para cumprir a profecia de Cristo que diz: pobres sempre os tereis convosco.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]
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Uma criança a brincar
[vc_row][vc_column][vc_single_image image=”3211″ img_size=”large” alignment=”center”][vc_column_text]Falei há dias com uma criança, sem que entre nós houvesse a mínima troca de palavras. Gostas de brincar com a areia, porque as mãos enchem-se e esvaziam-se num instante, não é assim? Pois, responderam-me os olhos que andavam de dedo em dedo como andorinhas verdes. O monte, grande monte de areia,…
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A vinha e o vinho
Ó lavradores do Douro já não comeides vitela. Deu a doença nas vinhas chamada filoxera.
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Sobre a expressão “Entre quem é”
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em Trás-os-Montes e Alto Douro cultivava-se a hospitalidade que consistia em as pessoas receberem sem reservas na sua morada (ethos em grego) o conterrâneo ou o passante que batessem à porta. Esta, durante o dia e até à hora de deitar, estava sempre encostada ao batente, sem recurso à língua da fechadura ou, quando muito,…
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Sol crescente
Neste Julho de sol crescente em que até as pedras se convertem em frigideiras gosto de ir até ao quintal e sentar-me à entrada do alpendre, sob a ramada. – Olhe que as plantas, desde uma ervinha a uma videira, têm a sua parte d’alma; ora veja se consegue notar; às vezes, só de estarmos…